Marcola teria comandado esquema envolvendo Deolane Bezerra; entenda
Justiça mantém a prisão de Marcola e cita indícios de que o líder do PCC continuava comandando um suposto esquema de lavagem de dinheiro da cadeia.
Mesmo preso em um presídio federal, Marcola ainda teria comandado um esquema de lavagem de dinheiro, segundo entendimento da Justiça de São Paulo. A decisão foi tomada ao negar pedidos de habeas corpus do chefe do PCC e de seus familiares no âmbito da Operação Vérnix, que também investiga Deolane Bezerra.
De acordo com a investigação, um operador financeiro ligado à facção movimentava bens atribuídos a Marcola e, após a análise de seu celular, foram encontrados registros de depósitos para contas de Deolane. O Ministério Público afirma que a influenciadora recebeu mais de R$ 1 milhão entre 2018 e 2021 por meio de transferências fracionadas, prática usada para dificultar o rastreamento dos valores.
Ao manter as prisões preventivas, os desembargadores entenderam que há indícios de que a organização criminosa continuou em atividade e que Marcola seguia exercendo influência sobre o grupo. A defesa informou que recorrerá da decisão.